06 janeiro 2011

Nacho Loco - Laguna Rio de La Plata - Cozumel - MEX

Saída de pesca para procurar os Macabís nos flats dentro das lagoas no esquema do guia Nacho Euan (http://www.bonefishcozumel.com/). Operador extremamente profissional, pontual, atencioso e com preço bom. Saímos com seus dois filhos Albert Euan e Nacho Jr. A pescaria é sempre à procura de peixes coleando ou de água nervosa, em água abaixo das canelas, ou seja, bastante técnica e com adrenalina total e nervos à flor da pele. Neste dia o sol cooperou e os ventos mais brandos também. Não são necessários longos arremessos e segundo os guias, os melhores arremessos estão à 15, 20 pés no máximo, pois por mais que se veja algum peixe um pouco mais longe do que isto, é melhor esperar o máximo de aproximação para que não se espante algum peixe mais próximo que não se tenha avistado no meio do caminho do arremesso que assustado e em fuga também assustaria os demais. Às 5:30, com pontualidade britanica o Nacho pai nos buscou em casa, do outro lado da ilha, nos levou até o ponto de onde saímos com o barco chamado Isla Passion e seguímos para as lagunas cozumelenhas. Pela profundidade que encontramos, moscas menos lastreadas ou sem lastro algum foram fundamentais. Um detalhe muito interessante é que as lagoas possuem muitas estruturas, como vegetação de mangue e pedras para onde os bones depois de fisgados rumam sem dó nem piedade de nossos tippets para se livrar de nossos anzóis arrebentando a linha e por isso é melhor se utilizar um leader de 12 libras direto do tamanho da vara. O lugar não é forrado de peixe como Los Roques ou Belize por exemplo, mas há uma boa quantidade e é possível ter vários arremessos numa jornada de pesca. Perdemos alguns peixes e tiramos alguns no melhor estilo. Depois de tudo isso só nos restou degustar alguns Puros acompanhados de uma deliciosa Cuba Libre para relembrar os feitos. Voltaremos em breve.




Entrada da lagoa pelo mar. Algumas  
foram fechadas pelo furacão Wilma alguns anos atrás enquanto outras possuem conexão constante com o mar.



Albert Euan no comando do Panga, Nacho Jr. e Maurício



Caçando bones


Alguns deles 




Ruína Maia no centro de uma das lagoas 


 Pedrais para onde os macabis fisgados rumavam e estouravam nossas linhas






28 dezembro 2010

Zona Proibida

Não podia, mas pescamos em frente de casa hoje de manhã. Zona proíbida, parque marinho. Pegamos uns peixinhos de arrecife para amenizar.






20 dezembro 2010

Enquanto isso ...

Previsão de tempo nublado, atei umas Genesis e fui no robalo. Só pancada na superfície. Teve até um flechinha que saiu inteiro da água para atacar a mosca por cima no final do dia. E o Marcão pescou de fly também, pegou uns trick trick e uma saicanga à 200 metros da praia. Água doce, doce. Pressão baixa, peixe lento, mas atacando com vontade os divers. Seguem algumas fotos do dia com o guia Wake. 


Duas fotos iguais? kkkk.







Começou nublado


E terminou do mesmo jeito


Surpresa no final do dia. Parece bem maior do que na realidade era, está "valorizado" na foto, mas foi bem loca a pegada na superfície desse pequeno flecha. Alíás, o primeiro na superfície.  

17 dezembro 2010

Falta pouco

UPSIDE DOWN IN MEXICO






Amanhecer nas lagunas forradas de bonefish e robalo



Scuba no final do dia depois da pescaria


Goró na piscina com esta vista ao entardecer 


Um ranguinho para matar a lombra


10 dezembro 2010

Amazônia à distância

Ainda não tive o prazer de conhecer este lugar. Das oportunidades que tive, numa tive que cancelar em cima da hora, quase perdendo amizades e perdendo dinheiro, na outra não deu certo mesmo. Enfim, ainda é um sonho que um dia se Deus quiser irei realizar. Enquanto não chega a hora, meu amigo Marcão foi mais uma vez para lá essa semana. Disse que as notícias não eram animadoras resumindo o assunto em água alta e peixe dentro do mato. Não podendo cancelar a ida, considerava já perdida a viagem, quando então eu sugeri que levasse uma vara minha de fly (smallmouth) - pois ele sabe pescar / arremessar, mas não gosta tanto - e algumas moscas que tinha atado pois poderia ser a diferença entre ele se divertir com quantidade de tucunarés menores caso não tivesse sucesso com os grandes nas hélices ou voltar frustrado com poucas ações de peixe. Mas no final das contas, tudo é uma questão de adaptação para aproveitar o momento e tentar fazer valer a ida. Já para mim, só o fato de saber que tem algumas moscas atadas por mim lá com ele e ficar imaginando se irão funcionar é uma sensação tão legal, que nunca pensei que pudesse sentir antes de começar atar, quanto se fosse eu quem estivesse pescando (apesar de que preferia estar lá também, rsrsrs). Coisa besta, mas legal isso de participar da pescaria do amigo à distância.