13 julho 2011

08 julho 2011

Antes tarde do que nunca

Amanhã tem pescaria do TRICAMPEONATO DA COPA LIBERTADORES DA AMÉRICA


Vai para cima deles Santos !!!

07 julho 2011

Algumas notas sobre Vadeo

Não precisamos olhar tão longe para darmos conta de que existem em nosso país inúmeros riachos, rios, arroios, riozinhos de manguezais, resistindo ou renascendo à degradação humana. Isso é muito bom e já há muitos pescadores desfrutando desta sobrevida do meio, conscientemente. Já pensou em quantos destes locais é possível se pescar “vadeando”, tradução chula do termo em inglês Wading ou do espanhol Vadeo , ou seja, caminhando pelas margens ou dentro da água, em maior contanto com o meio, e melhor, gastando menos ou nada de dinheiro e queimando algumas calorias. Não poderia ser melhor: pescaria, economia e exercício físico (mesmo que não seja o propósito).

 
Além disto, os momentos agradáveis passados em constante contato com a natureza, quase que em estado de contemplação, são outro destaque para a prática do vadeio, além de despertar, maiormente, o senso de observação e instigar o estudo de outras ciências naturais (também comum a outras atividades em contato com o meio ambiente), no praticante da pesca em geral.
 
Para tanto, alguns equipamentos são necessários de modo que a prática do vadeio seja realizada de maneira mais confortável, segura e sem contratempos. Wader (macacão impermeável e que seja respirável), botas específicas para esta finalidade (com solado de borracha Vibram ou feltro – este em desuso dado permitir a proliferação e introdução de espécies exóticas em outros meios aquáticos) e wading staff (bastão para apoio durante a caminhada e para “sentir” o fundo do rio e detectar potenciais zonas de perigo, como maiores profundidades, buracos, pedras, lodo, dentre outros, antes de pisar nelas, e se machucar, são itens essenciais, na minha opinião.


Outros acessórios práticos são uma pochete, bolsa ou colete para guardar os equipamentos e moscas, sempre primando pelo minimalismo (“uma hora o peso pesa”), alguma comida, garrafa de água, protetor solar e repelente. E SEMPRE, UM PEQUENO CANIVETE de abertura fácil.

Vale a pena se valer do Google Earth e de um GPS para marcar localizações, pontos de interesse, e também ter mais segurança sobre onde se vai "explorar".


Reforçamos que a segurança vem sempre em primeiro lugar, mas, também sabemos que sempre há algum ponto de pesca, normalmente difícil de se alcançar e que nos permitiria um melhor arremesso ou melhores possibilidades de briga com o peixe, e assim, é mais do que conveniente que o pescador pense, duas, três ou mais vezes antes de se arriscar em mares desconhecidos pois a sua queda dentro do rio muitíssimo perigosa vestido de Wader. O canivete, sempre, à mão, servirá para furar ou cortar a roupa, permitindo a vazão da água de modo a se tentar evitar o afogamento do pescador.
Aventure-se, com cuidados. É bom, bonito, barato e compensa muito!

06 julho 2011

Clareou

Após algum tempo sem pescarias decentes, clareou uma no final do mês. Em breve, novidades, atados, e tudo mais que se tem direito quando se trata de uma pescaria... "non perdonaremos". Esquema camping, descida do rio em canoa e vadeando matrinxãs e dourados (?!).