26 junho 2012

Bolivianas ...

Visão Geral das meninas


Variação de Deceiver em TMC 600SP 2/0


Andinos com SF Blend em TMC 600SP 2/0 e 811 3/0


Andinos em TMC 600SP 2/0 e 3/0 e 811 3/0

21 maio 2012

Salgando as moscas

Salve, Salve.

Após algumas semanas sem pescar, treinando bastante nos finais de semana para a próxima corrida, desci a serra até Ubatuba junto com o Maurício e com as respectivas esposas e meus pais, e  aproveitamos o final de semana. Ainda sobrou um tempinho para uma rápida incursão vadeando num riozinho da região com alguns micro robalinhos em moscas de bonefish e uma outra breve improvisação na costeira a bordo do inflável... e como não poderia deixar de treinar, ainda rolou um longão de 30km para não perder o ritmo e cumprir o treino. Melhor impossível. Seguem algumas fotos. A partir de agora é focar nos atados para os Dourados das cordilheiras andinas. Fico por aqui. Um grande abraço, Caio.

Com os pés no chão


Deixando a "mothership" para trás rumo aos pontos de pesca.



Revezando a pilotagem do 8hp, cada um de nós garantiu o seu pescadito.

Xareletes na "clouser mininow". Briguinha boa até.





27 março 2012

Untamed Fishing - Quando um sonho se concretiza

A felicidade é tanta que não podia deixar de compartilhar! Após 2 anos sonhando, fazendo serão, e outras cositas mais, as lendas, em breve, se tornarão realidade para mim e mais um parceiro. Haja chá, esparadrado para o os dedos, preparo físico e polimento nas técnicas de arremesso e pesca,  para dar conta do itinerário de 10 dias de viagem e aproveitar ao máximo os 6 1/2 de pescaria na selva Boliviana, sem dores no braço, tendinites e coisas afins. Finalmente teremos o prazer de constatar a piscosidade e belezas naturais de onde a amazônia se encontra com a cordilheira andina. O tamanho dos Dourados aumentarão em proporção exponencial, todo o nosso treino e prática local será colocado à prova. Os atados estão à caminho. TSIMANE LODGE, aí vamos nós.





22 março 2012

Evolução no diálogo sobre a Pesca no Brasil

Na Fiesp, ministro da Pesca defende financiamento de pesquisas para o setor


Marcelo Crivella participou nesta 4ª feira (21) de seminário sobre a participação da Pesca Esportiva e Aquicultura no desenvolvimento do país




O ministro de Estado da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, afirmou nesta quarta-feira (21), na Fiesp, que o governo Dilma Rousseff espera que todas as modalidades de pesca se desenvolvam no Brasil e que haja articulação política com os empresários do setor. A declaração foi feita durante o seminário “Pesca Esportiva e Aquicultura: Participação no Crescimento Social, Econômico e Turístico do Brasil”, realizado pelo Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e Aquicultura (Compesca), na sede da federação.



Da esq. p/a dir.: Deputado Sebastião Santos, ministro Marcelo Crivella, Roberto Imai e Helcio Honda durante abertura do seminário do Compesca


“Minha preocupação é de ouvir estes setores, porque me chamam a atenção os números da pesca no Brasil, que estão muito aquém das nossas riquezas naturais”, justificou Crivella, ao revelar a intenção do Ministério de financiar pesquisas que possam dar licenças ambientais aos aquicultores e facilitar as demais modalidades da pesca.

O ministro sinalizou ainda que é preciso entender a inquietação dos ambientalistas, pois há centenas de licenças de aquicultura com os processos parados. “Eles precisam de dados para o monitoramento das águas, e precisamos direcionar recursos para os pesquisadores. Estou convencido de que nosso setor é sustentável, desde que haja bons parâmetros”.

No entendimento de Roberto Imai, coordenador-titular do Compesca/Fiesp, falta integração entre os elos da cadeia produtiva da pesca. “Cada um age no seu setor, mas falta organização e sinergia. E o Compesca, que neste mês completa um ano de existência, foi criado para dar uma visão ampla e promover a inter-relação entre eles”, elucidou Imai.

Meio ambiente
A aquicultura no Estado de São Paulo, maior consumidor de pescado do Brasil, é maior que a pesca. E segundo Monika Bergamaschi, secretária paulista da Agricultura e Abastecimento, está sendo realizado um levantamento de dados técnicos e científicos, em conjunto com a Cetesb, a fim de estabelecer protocolo para o licenciamento ambiental da aquicultura em São Paulo. “Sabemos que o grande gargalo é a complexidade burocrática e o custo das taxas, sem desconsiderar os potenciais riscos ambientais”, pontuou.

Pesca amadora
Helcio Honda, coordenador-titular-adjunto do Compesca e presidente da Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva (Anepe), esclareceu que a pesca amadora gera emprego e renda nas regiões mais carentes no Brasil. “As extensas bacias hidrográficas e costa litorânea, que contam com grande diversidade de espécies naturais, revelam grande potencial para um desenvolvimento arrojado da pesca amadora esportiva”, considerou.

Honda salientou que falta legislação específica para o desenvolvimento da modalidade no País e que, na província de Corrientes, na Argentina, alterações no conjunto de leis pesqueiras proporcionaram o recebimento de mais de 70 mil turistas brasileiros, que gastam em média US$ 2.000 por viagem.

O seminário prossegue até o final desta tarde com a participação de representantes do setor da pesca e aquicultura, parlamentares, empresários, técnicos e dirigentes de entidades relacionadas ao segmento.

FONTE: Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

21 janeiro 2012

La Noche

Fiz uma saída noturna em Miami com o guia Dave Saddler, não deu peixe, mas foi bacana como experiência para consolidar conhecimentos e trocar algumas informações e simplesmente para pescar.  

Com a 11 esperamos o tarpons rolling em south beach, em vão ...


Rumamos para as pontes, onde vimos alguns peixes,
que não se interessaram em comer


Arremessamos em luzes de barcos, sem sucesso ...


Valeu o passeio e o aprendizado em mais uma pescaria