Out Fishing
12 novembro 2010
10 novembro 2010
Presentes para "Tio Luiz"
Precisava e estava atrás de rubber legs redondas para atar chernobyls e o Luiz Almeida, sempre muito atencioso, me mandou algumas. Atei essas 4 com os últimos anzóis para ele com as perninhas que mandou. São moscas de iniciante, mas espero que lhe tragam alguma emoção caro Luiz. Aproveito para agradecer o Maurício, o Alexandre e o Marco Aurélio pelos materiais que também me cederam. Já encomendei e vou repor. Para vocês não tem mosca não, haahuuhuauha. As matracas que nos aguardem !!!!
O pulo do gato
Já havia tentado de tudo, até macumba e nada de desconectar duas partes da vara. Ligo pro Lê. "Ainda bem que ainda existem os Masters". huahuhuauhahuauhhua. Ainda bem, novatos não sabem nem a metade do terço. Vara desmontada. Embarque garantido. Aproveitei e peguei linha de atado e umas moscas. Valeu Lê.
Tuvira?
Yes, please!
08 novembro 2010
Fly no mar - Pesca em águas da costa brasileira
Como muitos amigos se interessaram por esta pescaria e sempre me perguntam como ela é, quais o equipamentos mais indicados, dentre outros questionamentos, resolvi dar uma resumida nos principais pontos que julgo importante saber caso queiram experimentar, mas ressalvo que não sou nenhum expert no assunto, sendo as considerações abaixo, objeto de minha experiência pessoal de acordo com o que já vi e vivenciei, só ou em companhia de amigos e parceiros de pesca.
A pesca com mosca em águas costeiras brasileiras é uma pescaria bastante possível de ser realizada e ainda pouco difundida pelo país, ao contrário do que se vê na América Central, na América do Norte e em outros países europeus, como Portugal e Inglaterra.
Embora não tenhamos no Brasil quilômetros de flats de águas transparentes e os peixes marinhos mais “famosos” para a prática do fly (alguns deles até nadam por aqui), por outro lado, temos a possibilidade de capturar em nosso litoral as mais variadas espécies de peixes altamente esportivos como a Cavala, a Sororoca, o Dourado, o Xaréu Olhudo, o Xaréu Branco, Enchovas, Olho de Boi, Pitangolas, Olhetes, Agulhões, Bicudas, Galos de Penacho, Carapaus, Robalos, Pampo Galhudo, Salteira, apenas para citar algumas dentre as inúmeras espécies que certamente, mais cedo ou mais tarde serão capturadas pelo pescador que se dispor a se aventurar em nossa costa. Além do mais, o fator surpresa é uma realidade, uma vez que muitas vezes não sabemos ao certo o que vamos encontrar na frente, mesmo existindo épocas pré definidas para algumas espécies, como a presença de Dourados no verão e Enchovas, Cavalas e Sororocas no inverno.

Apesar de não termos ainda um padrão definido de equipamentos, pois não foram tantas as pescarias realizadas, podemos dizer que os equipamentos mais adequados são os de numeração 8 a 10 com linhas sinking para atingir pontos mais profundos ou floating quando há comedoria de cardumes de predadores na superfície, valendo-se de poppers e bangers e outras moscas de superfície como as crease fly. As taxas de afundamento para as linhas sinking mais indicadas variam entre 400 a 500, dependendo da correnteza e profundidade do ponto de pesca, mas com uma de 300 grains já é possível realizar esta pescaria. As varas devem ser de ação rápida ou ultra rápida, com mínimo de 9” e possuir fighting butt. Carretilhas próprias para uso no mar com capacidade para armazenar a linha de fly mais 150 a 200 metros de backing. Todavia, tudo isto não é regra e alguns pescadores inclusive usam equipamentos de numeração mais baixa como 7, tudo vai depender de fatores como o vento, distância de arremesso, correnteza, habilidade do pescador, e por aí vai.
Quanto às moscas, uma infinidade delas podem ser usadas com sucesso, mas, não há dúvidas de que a clouser minnow, a surfcandy e streamers atados com materiais sintéticos por serem mais duráveis (mas nada impede que se use materiais naturais), além das gummy minnow, nas cores chartreuse, verde-limão, pink, azul, roxo, estão entre as prediletas de nossas criaturas marinhas. Match the hatch com base no comedío da época, como manjubas, lulas e sardinhas apresentando ao peixe uma mosca fiel ao seu cardápio também é bastante possível, além de ser uma das essências da pesca com mosca.
Valer-se de equipamentos como sonar e GPS é muito comum e bastante indicado neste tipo de pescaria para facilitar a localização de estruturas submersas e cardumes, no caso do sonar e de “marcar” os pontos no caso do GPS. Alguns modelos ainda permitem que o barco siga um curso determinado, independentemente do comando manual do marinheiro o que facilita ainda mais a pescaria, caso esteja pescando em barco próprio, sem auxílio de um guia.
A pescaria em si é feita arremessando junto à espuma nos costões, sobre estruturas submersas, como parceis, ou objetos flutuantes, como bóias de sinalização, algas, troncos ou pedaços de madeira – que normalmente abrigam microrganismos atratores de pequenos peixes, que por sua vez atrairão peixes predadores -, avistando cardumes atacando na superfície, localizando aves em vôos circulares sobre mesmo local indicando a presença de cardumes de pequenos peixes que também poderão estar sendo empurrados para superfície por peixes predadores, ou, até mesmo, localizando os cardumes de peixes através da técnica de corrico, para depois iniciar os arremessos.
A pescaria é sempre bastante movimentada e não há momentos de descanso ou sem ação, exigindo preparo físico e persistência do pescador, que executará num dia de pesca inúmeros arremessos com equipamento mais parrudo e tendo que se manter equilibrado em cima da lancha em movimento e na maioria das vezes em condição de mar mexido, mas que na maioria das vezes será muito recompensadora.
Lembro, mais uma vez, como disse no início, que tudo isto que é exposto foi objeto de constatação em algumas poucas, mas bem sucedidas pescarias, e não se trata de nenhuma regra ou verdade, mas sim, apenas algumas observações que poderão ajudar e facilitar a vida de algum amigo que queira realizar este tipo de pescaria, que é de verdade, bem legal. Embora pessoas mais velhas não achem. Deve ser coisa da idade ... ou da "experiência".
Caso tenham alguma dúvida ou sugestão, fico à disposição.
07 novembro 2010
A artificialidade da coisa
É apenas MINHA opinião. Mas, 1 peixe na natureza é igual a 1000 peixes no lago de casa, nos açudes infestados de bass, nos pesque pagues da vida, no aquário do vizinho, na fazenda de camarão e por aí vai, fica a gosto do freguês onde quer e pode ir se divertir.

NADA PERSONAL. Tenho alguns amigos que são assíduos e muito disso já disse à eles. Os que pararam para pensar, não se arrependeram.
Não que os peixes sejam mais fáceis de serem capturados nesses lugares. Muitas vezes não são, há até mais "manhas" envolvidas. Particularmente, para mim (só poderia ser para mim mesmo), são até mais difíceis (tem as técnicas próprias), nunca acertei, talvez pelas poucas vezes que fui e que dá para contar nos dedos de uma mão (até na do presidente).
Acredito que seja mais interessante pescar menos vezes, mas pescar melhor (subjetividade total). Esses dias atrás fui comprar anzól e o vendedor me perguntou na lata: "é para pesqueiro?" !!!!! Não sei porque mas me senti ofendido ... besteira minha.
Não gosto do visual (o guarda sol colorido, o feixe de vara armado em leque, os bancos de praça), dos sons (os guizos das varas da tambaCú, as conversas dos bêbados em voz alta, as músicas de mal gosto, as esposas bêbadas que só falam merda), não gosto do fato de saber que ali tem milhares de peixes cuja captura não me trás satisfação. Gosto mesmo do ambiente natural, pela dificuldade, pelo incerto, pela beleza, pelos animais, pelo cheio de mato, da maresia e do mangue (do rio piracicaba também, rs), por estar só ou no máximo acompanhado de alguns amigos. É a naturalidade da coisa que depois de uma semana intensa de trabalho me move.
Por outro lado, já parou para calcular quanto gasta em cachaça, puta, cigarro (vou ficar por aqui...é o mais comum) por mês para dizer que é caro pescar? O fato é: uns vão atrás de peixes outros vão apenas pescar. Para outros é apenas mais um hobby, um modo de se passar o tempo. Se quiser, continue indo no parque de diversão do outro lado da rua da sua casa, o intuito é se divertir mesmo e não há nada de errado nisso. Para mim não mudará nada.
NADA PERSONAL. Tenho alguns amigos que são assíduos e muito disso já disse à eles. Os que pararam para pensar, não se arrependeram.
Dourado Snack
Essas são para rachar no meio. 16 centímetros. Atadas em TMC 3/0, com China Sub Saddle e Deer Belly Hair (hareline) e Bucktail Metz e brilho Saltwater flashabou, do FSB. Olhos de chumbo do Gregório. COLA SUPER BONDER sem frescura.
05 novembro 2010
You can't hide you can't run II
Se você só acredita vendo, este video comprova que Dourados gostam de moscas grandes. Bem, no mínimo maiores do que você imagina.
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