A felicidade é tanta que não podia deixar de compartilhar! Após 2 anos sonhando, fazendo serão, e outras cositas mais, as lendas, em breve, se tornarão realidade para mim e mais um parceiro. Haja chá, esparadrado para o os dedos, preparo físico e polimento nas técnicas de arremesso e pesca, para dar conta do itinerário de 10 dias de viagem e aproveitar ao máximo os 6 1/2 de pescaria na selva Boliviana, sem dores no braço, tendinites e coisas afins. Finalmente teremos o prazer de constatar a piscosidade e belezas naturais de onde a amazônia se encontra com a cordilheira andina. O tamanho dos Dourados aumentarão em proporção exponencial, todo o nosso treino e prática local será colocado à prova. Os atados estão à caminho. TSIMANE LODGE, aí vamos nós.
27 março 2012
22 março 2012
Evolução no diálogo sobre a Pesca no Brasil
Na Fiesp, ministro da Pesca defende financiamento de pesquisas para o setor
Marcelo Crivella participou nesta 4ª feira (21) de seminário sobre a participação da Pesca Esportiva e Aquicultura no desenvolvimento do país
O ministro de Estado da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, afirmou nesta quarta-feira (21), na Fiesp, que o governo Dilma Rousseff espera que todas as modalidades de pesca se desenvolvam no Brasil e que haja articulação política com os empresários do setor. A declaração foi feita durante o seminário “Pesca Esportiva e Aquicultura: Participação no Crescimento Social, Econômico e Turístico do Brasil”, realizado pelo Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e Aquicultura (Compesca), na sede da federação.
![]() Da esq. p/a dir.: Deputado Sebastião Santos, ministro Marcelo Crivella, Roberto Imai e Helcio Honda durante abertura do seminário do Compesca |
“Minha preocupação é de ouvir estes setores, porque me chamam a atenção os números da pesca no Brasil, que estão muito aquém das nossas riquezas naturais”, justificou Crivella, ao revelar a intenção do Ministério de financiar pesquisas que possam dar licenças ambientais aos aquicultores e facilitar as demais modalidades da pesca.
O ministro sinalizou ainda que é preciso entender a inquietação dos ambientalistas, pois há centenas de licenças de aquicultura com os processos parados. “Eles precisam de dados para o monitoramento das águas, e precisamos direcionar recursos para os pesquisadores. Estou convencido de que nosso setor é sustentável, desde que haja bons parâmetros”.
No entendimento de Roberto Imai, coordenador-titular do Compesca/Fiesp, falta integração entre os elos da cadeia produtiva da pesca. “Cada um age no seu setor, mas falta organização e sinergia. E o Compesca, que neste mês completa um ano de existência, foi criado para dar uma visão ampla e promover a inter-relação entre eles”, elucidou Imai.
Meio ambiente
A aquicultura no Estado de São Paulo, maior consumidor de pescado do Brasil, é maior que a pesca. E segundo Monika Bergamaschi, secretária paulista da Agricultura e Abastecimento, está sendo realizado um levantamento de dados técnicos e científicos, em conjunto com a Cetesb, a fim de estabelecer protocolo para o licenciamento ambiental da aquicultura em São Paulo. “Sabemos que o grande gargalo é a complexidade burocrática e o custo das taxas, sem desconsiderar os potenciais riscos ambientais”, pontuou.
Pesca amadora
Helcio Honda, coordenador-titular-adjunto do Compesca e presidente da Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva (Anepe), esclareceu que a pesca amadora gera emprego e renda nas regiões mais carentes no Brasil. “As extensas bacias hidrográficas e costa litorânea, que contam com grande diversidade de espécies naturais, revelam grande potencial para um desenvolvimento arrojado da pesca amadora esportiva”, considerou.
Honda salientou que falta legislação específica para o desenvolvimento da modalidade no País e que, na província de Corrientes, na Argentina, alterações no conjunto de leis pesqueiras proporcionaram o recebimento de mais de 70 mil turistas brasileiros, que gastam em média US$ 2.000 por viagem.
O seminário prossegue até o final desta tarde com a participação de representantes do setor da pesca e aquicultura, parlamentares, empresários, técnicos e dirigentes de entidades relacionadas ao segmento.
FONTE: Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp
11 fevereiro 2012
21 janeiro 2012
La Noche
Fiz uma saída noturna em Miami com o guia Dave Saddler, não deu peixe, mas foi bacana como experiência para consolidar conhecimentos e trocar algumas informações e simplesmente para pescar.
Com a 11 esperamos o tarpons rolling em south beach, em vão ...
Rumamos para as pontes, onde vimos alguns peixes,
que não se interessaram em comer
Arremessamos em luzes de barcos, sem sucesso ...
Valeu o passeio e o aprendizado em mais uma pescaria
06 janeiro 2012
Robalos no visual
Assim como a pescaria dos Bones que repeti nesse ano, também embarquei novamente no Snookaroo, panga do Enrique Trinidade, guia em Isla Blanca, onde e com quem pesquei pela primeira vez em 2009 e desde então não deixei de indicar o lugar para amigos e conhecidos de passagem por Cancún para uma pescaria rápida, de um dia por exemplo, ou até mesmo, o que considero ideal, de 4 ou 5 dias se for pescar sozinho ou 8 dias se for pescar em dupla. Bem, a pescaria também é toda no visual. E que visual! Robalos, robalos, robalos, e mais robalos ... sozinhos, pareados, em trios, em grupos, em cardumes. Da até vontade de chorar ao escrever esse relato, já sonhando com a próxima vez aqui ... Do caminho do hotel até o píer falei tanto de robalo que o Enriquei acho que entendeu a conversa e escolheu pontos onde os bichos predominavam e relação aos baby tarpons (arremessei em 3, 2 nem ligaram para as moscas e outro deu seu segundo pulo sobre uma árvore de mangue e morreu neves ... mais uma pescada sem por as mãos no maldito ...). Por outro lado, ah, Snook On The Table.
Entra aqui, passa ali ...
Chega lá ... onde eles estão ... vários deles ...
Os maiores, ficam mais fáceis de pegar quando estão sós, pois
os menores não se antecipam na mosca...
Neste padrão foram vários, chegou até a irritar (como é possível?!),
pois queria sempre um bastante mas importante e eles não deixavam
o grande do cardume chegar na mosca
Essa é a mosca. Simples, besta e efetiva.
Detalhe importantíssimo: pouco brilho, dois ou três fios de saltwater flashabou pearl e algumas até mesmo sem nada de brilho. Vai na fé.
Outra dica: Lefty's Deceivers brancos, com dorso vermelho, chartreuse e azul também são fatais. Moscas, estas duas, tradicionais e conhecidíssimas, que aqui pegam muito bem, com essas duas não precisa de mais nada, mesmo.
04 janeiro 2012
Bonefish Maya
O tempo não ajudou muito com a chegada de uma frente fria na noite anterior, trazendo mais vento que o já usual de todo destino marítimo de pesca e um pouco de chuva, mas, mesmo assim, deu pesca e fui atrás dos bonefishes em Cozumel com Albert Euan. O tempo encoberto e o vento, que não deixavam a água esquentar, não permitiram uma pescaria o tempo todo atrás deles "coleando", mas alguns foram pescados de acordo nas horas mais quentes do dia quando rumavam para as partes mais rasas dos baixios e outros tantos quando eram avistasdos em cardumes de 5 a 10 peixes, pelo seu flash, quando brilhavam ao nadar em busca de comida. Foi uma pescaria farta em peixes apesar de condições muito adversas. Na real, não senti muito o vento na questão de arremesso, mas para ver o peixe estava bem embaçado. Nossas pescarias no Brasil tem muito vento também, são um bom treino para quem vai pescar em mar, sem contar que o tamanho das moscas diminuem facilitando ainda mais. E lembrei do amigo Marcel também quando fiz um arremesso longo, lá na puta que o pariu, há 3 metros de onde eu estava, na cara de um bonefish tailing ... tesão demais, colocar o camarão na fuça do bicho e em segundos ver o backing da carreta saindo !!! O importante é a mira e a apresentação na maioria dos casos. Seguem algumas fotos para ilustrar o dia.
Entrando na lagoa pelo mar. Backcountry bonefishing. Eles entram para comer e nós vamos por eles.
Algumas vezes estão apegados ao mangue com as nadadeiras todas de fora. Não foi o caso desse dia. Nessas ocasiões moscas atadas em anzóis 8 e sem lastros são fundamentais, sem peso, para o mínimo barulho ao cair na água rasa.
Os encontramos mais ao meio próximos às pedrarias e águas um pouco mais profundas, na canela ... Depois de fisgados não dispensam duas ou mais corridas rumo às pedras e estruturas para romper seu tippet, além de velozes, gostam de barreiras ...
Nessas situações deve-se manter a vara mais ao alto possível para evitar o contato do tippet, linha e backing com as pedras e garantir a captura
18 dezembro 2011
Assinar:
Postagens (Atom)



478x200.0778.jpg)