06 dezembro 2015

Tucunarés Pitanga da Bacia do Araguaia

 

Pescaria muito produtiva e cheia de ação realizada nos lagos marginais do Rio Araguaia convidado pelo amigo George Henrique e recepcionado pelo companheiro Jesus Junior
 
O rio Araguaia nasce no município de Mineiros no sudoeste do estado de Goiás, na Serra de Caiapó, próximo ao Parque Nacional das Emas, e forma a divisa natural entre Goiás, Mato Grosso,  Tocantins e Pará.
 
Compreende uma das principais bacias hidrográficas do centro-oeste a bacia hidrográfica Araguaia-Tocantins. O rio conta com uma extensão total de 2.114 km. Em seu percurso seus meandros delimitam juntamente como os do Rio Javaés, a maior ilha fluvial do mundo, a Ilha do Bananal, onde encontram localizados o Parque Nacional do Araguaia e o Parque Indígena do Araguaia.
 
Bastante ação na superfície com equipamento #6 e peixe muito valente para seu tamanho na região. O tucunaré pitanga (Cichla pleizona) é endêmico da bacia do Araguaia, sendo que não atinge grandes tamanhos, podendo um exemplar de 3 quilos ser considerado um peixe já de bom tamanho.
 
Nesta pescaria tivemos a oportunidade de testar a linha modelo Tucunaré WFF #8 na vara bluegill  (230grains) e casou muito bem. Talvez uma #7 seja ideal, mas fica a dica para uma opção aos amigos que usam esta vara. A linha pode ser encontrada com o Thiago Zanetti. (www.flyshopbrasil.com.br).
 
Testamos também os óculos polarizados da marca MATUTO. São excelentes e o custo benefício é muito bom (31-98104-8042 / Instagram @oculosmatuto). Inclusive alguns modelos ficam excelentes para usar sobre os óculos de grau, sem comprometimento com a funcionalidade. Indico demais.

 



 

 

 
 
 
 
 




 



 
 



 




 

 
 
 
 
 


 

23 novembro 2015

Trairinhas na superfície

Muita chuva, água suja, peixe acasalando e melindroso. Não vieram os tucunarés, mas as traíras salvaram o dia com algumas ações na superfície com o clima abafado.


 
 

 


 

 

06 janeiro 2015

Final de 2014 Bonito !

 No dia 31 de dezembro sai para tentar algum peixe que pudesse ter vindo junto com a chegada da água azul na costa brasileira. Pensava em dourados mas vieram os bonitos (chamarei assim, pois são na verdade exemplares da espécie Auxis thazard (Português - Albacora Bandolin, Bonito, Bonito Cachorro. Inglês - Frigate Tuna, Bullet Mackerel, Leadenall, Frigate Mackerel. Espanhol - Barrilete Negro, Bonito, Bottellita, Cabaña Negra, Melba, Melva, Velva Aletilargo. Francês - Auxide. A técnica de pesca efetiva nesta ocasião foi localizar os cardumes corricando a mosca em uma distância determinada do barco (para assim podermos mais facilmente tentar com sucesso estimar  a distância do cardume até o barco) e após a fisgada de um exemplar no corrico, o barco retornava próximo ao "possível" ponto para assim trabalharmos com arremessos. Usei linha de 300 grains e uma vara #8 e carretilha com 150 metros de backing. Os bonitos são malucos tomadores de linha e a pescaria é bem bacana. Muitos peixes capturados e vara vergada. Foi bom fechar 2014 assim. Abaixo algumas fotos.